Suado, mas suficiente

Suado, mas suficiente

Nenê e Pikachu foram os nomes que decidiram o jogo (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

Em noite de apagão e protesto, Vasco vence o Avaí por placar magro, porém consegue os três pontos

Jogando em casa, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco conseguiu arrancar os três pontos do lanterna Avaí, não sem antes levar pressão e deixar a torcida apreensiva. Foi uma noite de pouca criatividade, muitos passes errados e também protestos.

Quando as luzes se apagaram em São Januário, aos 13 minutos de jogo, os torcedores acenderam seus celulares e fizeram o que os jornalistas diziam ser uma linda festa, mas que, logo em seguida, ganhou contornos de confusão. Os gritos de “fora, Eurico” desencadearam tumulto nas arquibancadas e a polícia precisou intervir. Enquanto tudo acontecia, o presidente apenas observava em sua sala.

Os vascaínos acenderam seus celulares nas arquibancadas e formaram um espetáculo (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

As luzes voltaram após 27 minutos de paralisação e, após alguns minutos, o Vasco marcaria o gol da vitória, aos 19 do primeiro tempo: Nenê passou pelo marcador na esquerda, entrou na área e tocou para Yago Pikachu, que só precisou empurrar a bola para a rede. O gol animou a torcida, parecia ser o início de um resultado mais elástico. Um minuto após abrir o placar, o Vasco perdeu Jean, lesionado, e Wellington entrou em campo. A substituição mudou completamente o ritmo da equipe: Wellington não conseguia fazer a contenção na mesma intensidade que Jean, e o Avaí começou a encontrar espaços.

No segundo tempo, o Vasco caiu de produção e o visitante começou a aproveitar para intensificar suas tentativas, mas não conseguia transformar os ataques em chances reais de perigo. A pressão do Avaí aumentou durante toda a segunda etapa e deixou a torcida bastante impaciente, mas, no final, o Vasco conseguiu segurar o resultado e garantir os três pontos.

O próximo compromisso do gigante acontece na próxima quarta-feira, às 21h, diante do Botafogo no Estádio Nilton Santos, em um jogo que promete ser bastante disputado e cheio de emoção.

Raphaela Reis

Raphaela Reis

Estudante de publicidade, 19 anos, nascida e criada no Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. Apaixonada por futebol e pelo Vasco desde criança, viciada em ler o caderno de esportes do jornal e desafiante oficial dos tios e primos no FIFA. Infelizmente não realizou a fantasia de se tornar a nova Marta, mas hoje busca nas palavras uma forma de se manter conectada ao mundo da bola.



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