Time que só existe em casa

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O volante Jean marcou seu primeiro gol com a camisa do Vasco na Arena Condá (foto: Carlos Gregório Jr./Vasco.com.br)

Vasco não surpreende e sofre a terceira derrota em três jogos como visitante

Diante da Chapecoense, o Vasco foi à campo com três novidades: o garoto Alan Cardoso de titular no meio, a volta de Nenê à equipe principal e, novamente, a ausência de Luís Fabiano, poupado para o jogo contra o Avaí no próximo sábado. No fim das contas, as três novidades acabaram matando o Vasco no jogo.

Milton se precipitou ao escalar Alan Cardoso: o garoto acabou sofrendo muita pressão no jogo, levou um cartão amarelo e já estava em vias de levar o segundo quando o treinador precisou sacá-lo, aos 25 minutos da primeira etapa. O confronto com a Chape não era o momento ideal para Alan assumir a titularidade, já que o jogador ainda é muito jovem, e essa era uma partida no qual o Vasco precisava de calma para explorar os espaços em busca do gol. Com a saída precoce de Cardoso, Andrezinho foi a campo, mas não conseguiu mudar o que já era iminente – o gol da Chapecoense saiu três minutos depois, aos 28. O Gigante ainda empataria em uma cabeçada de Jean em escanteio cobrado por Nenê.

A titularidade do meia após três jogos na reserva não surpreendeu, mas sua posição sim: Nenê foi escalado como centroavante, cumprindo a função que o poupado Luís Fabiano faria. A ideia de Milton acabou saindo pela culatra, já que Nenê não conseguiu fazer o que foi proposto – prender a bola na frente –, e Douglas e Mateus Vital também não conseguiam fazer a transição para o ataque.

A derrota por 2×1 não foi uma surpresa, por N fatores. O Vasco não consegue ser ofensivo fora de casa, poupou o melhor jogador da equipe no Brasileiro e tem a defesa mais vazada do campeonato. Mas ontem, o que realmente matou a equipe foi a falta de agressividade. O Vasco foi à campo sem um atacante de ofício e acabou pagando seu preço pela escolha do técnico.

Os próximos três jogos do Gigante serão no Rio de Janeiro – o time enfrenta o Avaí em São Januário no dia 17, depois o Botafogo no Nilton Santos dia 21 e, por fim, o Atlético-GO novamente na Colina dia 25 – e são chances que de modo algum podem ser desperdiçadas. O cruzmaltino precisa muito garantir, no mais otimista dos cenários, as três vitórias, para pensar em respirar aliviado no Brasileirão.

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Raphaela Reis

Raphaela Reis

Estudante de publicidade, 19 anos, nascida e criada no Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. Apaixonada por futebol e pelo Vasco desde criança, viciada em ler o caderno de esportes do jornal e desafiante oficial dos tios e primos no FIFA. Infelizmente não realizou a fantasia de se tornar a nova Marta, mas hoje busca nas palavras uma forma de se manter conectada ao mundo da bola.



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