Wizards vencem Celtics nos segundos finais e levam a decisão para o jogo 7

Wizards vencem Celtics nos segundos finais e levam a decisão para o jogo 7
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(Foto: divulgação/Washington Wizards)

John Wall acertou um arremesso de 3 pontos aos 3,9 segundos restantes do último quarto e  impediu os Celtics de fecharem a série na noite de ontem, em Washington

Parece que os jogadores do Boston foram infelizes na escolha da vestimenta para chegar ao Verizon Center no 6º jogo das semifinais da Conferência Leste. Vestidos de preto, o elenco pretendia, ao que parece, ilustrar um provável funeral da equipe anfitriã, a qual seria automaticamente eliminada caso perdesse, uma vez que os Celtics lideravam a série por 3-2.

No entanto, não eram só os Celtics que aparecem motivados para a partida. Se, por um lado, a equipe de Boston queria logo encerrar a série, por outro, a de Washington faria de tudo para se manter viva. Esses desejos são bem ilustrados pelo o último quarto equilibrado e eletrizante que os times realizaram – um verdadeiro presente para os amantes do esporte. O jogo só foi decidido nos últimos segundos, quando o armador John Wall acertou um chute de 3 e o Isaiah, na volta do tempo de quadra, não conseguiu converter o arremesso no estouro do cronômetro.

(Foto: twitter NBA)

O último jogo da série será na Segunda-Feira, às 21h, em Boston. Os Celtics terão a vantagem de decidir em casa, já que tiveram a melhor campanha na temporada regular. Quem vencer irá disputar a final de conferência em uma série com o Cleveland Cavaliers.

O Jogo

O primeiro quarto, no geral, foi fraco. Iniciou com o Boston abrindo o placar, com uma cesta de 2 pontos do Al Horford. No entanto, quem comandou o período foi mesmo a equipe de Washington, uma vez que o ataque celta deixou muito a desejar e chegou a passar os últimos 5 minutos sem pontuar. Já os Wizards abusaram do garrafão adversário e conseguiram terminar na vantagem, com o placar de 17-22 pro time da casa.

No segundo, os Wizards começaram mantendo a postura e chegaram a abrir até 10 pontos de vantagem. Contudo, os celtas, após um chute certeiro de 3 do Isaiah, iniciaram uma boa reação e foram para o intervalo com o placar favorável 41-40.

No começo do 2º tempo é o momento que John Wall aparece no jogo. Entretanto, os Celtics continuaram superiores, de certa forma, e terminaram o 3º quarto na frente com 69-63. Mas a situação foi revertida logo no princípio do último quarto da partida, quando os Wizards conquistam a virada com Boston sem conseguir pontuar. Esse cenário, entretanto, não durou muito. Os últimos 12 minutos de jogo foram extremamente bem equilibrados, com alta expectativa de a decisão ser levada para a prorrogação.

Isaiah Thomas, muito mal no jogo, chamou a responsabilidade e fez a diferença nesse momento. Mas, John Wall e Bradley Beal não permitiram que o baixinho se criasse em D.C.. Quando o jogo estava 91-89 para os visitantes, Wall acertou um chute de 3 a 5 segundos do fim, para inflamar a arena e manter viva a sua equipe na série melhor de 7.

Tentar ridicularizar meu time? Em casa? John Wall mostrou que não seria dessa vez. O clima de funeral, por fim, somente servirá para acompanhar os celtas na volta pra casa, pois os Wizards provaram que estão vivos até o fim: do jogo e da série.

Destaques

Do lado da equipe vencedora, temos a dupla Bradley Beal, com 33 pontos e 5 assistências e John Wall, com 26 pontos e 8 assistências, que comandaram o time. Markieff Morris colaborou deixando seu duplo-duplo, de 16 pontos e 11 assistências. Negativamente, ressalta-se o Otto Porter, que terminou o jogo zerado em pontuação.

Os Celtics tiveram Avery Bradley, com uma partida sensacional e a segunda seguida com mais de 25 pontos. Ele marcou 27 pontos, empatando com o Isaiah Thomas, que ainda somou 7 assistências. Al Horford, com 20 pontos e 6 assistências, também ajudou seu time a se manter competitivo durante toda a partida.

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Gabriela Martins

Gabriela Martins

Carrego comigo o amor pelo futebol e a paixão pelo basquete. Como torcedora fanática do Vasco da Gama e do Oklahoma City Thunder, aprendi que o esporte vai além dos minutos em campo ou em quadra. No jornalismo, encontrei a oportunidade de trabalhar com o que realmente gosto. Na RISE, a chance de externar, por meio dos meus textos, aquilo que meus times me ensinaram: não é só um jogo!



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