Busca por quarterbacks rouba a cena no Draft 2017 da NFL

Busca por quarterbacks rouba a cena no Draft 2017 da NFL
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Acho que nem Trubisky esperava ir para Chicago Foto: Elsa/Getty Images

Troca inesperada por Trubisky, Texans e Chiefs com novos QBs e três WRs no top 10; confira tudo o que aconteceu no dia mais importante do Draft

Acabou o Draft 2017 da NFL! Após três dias bem movimentados (de 27 a 29), finalmente conhecemos todos os calouros que farão parte da National Football League. Como são muitas escolhas, mais precisamente 250, a RISE Esportes vai dividir seus especiais de análise em dois. Primeiro teremos detalhes sobre as 32 escolhas da primeira rodada. Na sequência, um resumão com o que de melhor aconteceu nos rounds de 2 a 7.

Primeira rodada (quinta-feira, 27 de abril)

Diretamente da escadaria na Philadelphia, famosa por conta do filme Rocky, a NFL montou seu palco para ser a casa do draft 2017. Como era de se esperar, Myles Garrett foi a escolha número 1. Uma barbada que 99% da população mundial acertou. Mas o que veio depois, ninguém imaginava.

Esse foi um dos drafts mais loucos e movimentados já vistos. Foram muitas muitas mesmo trocas na primeira rodada. A mais chocante delas sem dúvida foi o movimento dos Bears subindo uma posição para selecionar o quarterback Mitch Trubisky. Mas a surpresa não parou por aí, afinal draft também é ensino.

Lembra da famosa Lei da Oferta e da Procura? Pois é. Ela passou pela Philadelphia e derrubou a grande maioria dos Mocks Drafts por aí. Quando há muita oferta de um produto, seu valor abaixa ao passo que quando há pouca oferta desse produto, seu valor aumenta. Como essa classe defensiva era acima da média e a classe ofensiva de recebedores não era tanto assim, os times correram para pegar seus WRs e deixaram a defesa pra depois. Assim, tivemos três wide receivers no top 10.

Outra lembrança boa é sobre os quarterbacks. Essa classe apesar de talentosa, não tem nenhuma QB que esteja maduro para começar na NFL agora. Todos estão crus e precisam de desenvolvimento. Mas na “hora do vamo ver” os QBs acabam sendo valorizados. Meses antes do draft poucos botavam algum quarterback saindo no primeiro round. Perto do evento, três já estavam lá na primeira rodada. Na “hora H”, os três principais já haviam sido selecionados após apenas 12 escolhas.

Confira agora o que cada time selecionou na primeira rodada. Lembrando que Seahawks e Packers trocaram suas escolhas durante o draft e por isso não selecionaram nesta primeira rodada. Rams, Vikings e Patriots não selecionaram devido a trocas previamente já ocorridas.

Cleveland Browns

nº 1: Myles Garrett (DE, Texas A&M);
nº 25 (via Texans): Jabrill Peppers (S/LB, Michigan);
nº 29 (via Packers): David Njoku (TE, Miami)

O futuro está cada vez mais promissor em Cleveland (Foto: Daryl Ruiter/CBS Cleveland)

O Cleveland Browns deu show no primeiro dia de draft. A diretoria da franquia mostrou que evoluiu e deixou de ser motivo de chacota. Escolheu o melhor jogador disparado de 2017, Myles Garrett, e usou seu monte de escolhas acumuladas para se posicionar novamente no board.

Após seu QB preferido sair logo na segunda escolha, os Browns deram um trade down da 12ª para a 25ª com os Texans. Nela, pegaram um jogador talentoso e versátil em Jabrill Peppers. Para fechar com chave de ouro, Cleveland ainda conseguiu voltar na pick 29, ao trocar com os Packers, para pegar o segundo melhor TE do draft, David Njoku. Well done, Dawg Pound!

Chicago Bears (via 49ers)

nº 2: Mitchell Trubisky (QB, North Carolina)

Aqui veio a primeira das muitas surpresas do draft. Ninguém esperava que os Bears selecionassem um quarterback na pick 3, afinal pagaram U$ 15 milhões para Mike Glennon. O foi choque ainda maior quando Chicago subiu para a pick 2 e selecionou o QB. Surpresa e vaias tomaram conta do palco na Philadelphia.

San Francisco não ia selecionar Trubisky, mas havia uma grande possibilidade dos 49ers fazerem um trade down com outra equipe. É de se imaginar que eles falaram pros Bears “olha tem gente querendo o Trubisky na 2, vocês querem também?” [assistam A Grande Escolha (Draft Day) para entenderem melhor os bastidores do draft]. Assim, Chicago pagou alto com: pick 3, uma escolha de terceira e uma de quarta rodada em 2017, e uma terceira rodada em 2018. Mas qualquer valor é válido para um franchise QB. Para julgarmos se foi loucura ou não, vai depender do quão bom Trubisky será.

San Francisco 49ers (via Bears)

nº 3: Solomon Thomas (DE, Stanford);
nº31 (via Seahawks via Falcons): Reuben Foster (LB, Alabama)

Troca, acúmulo de escolhas e selecionam o jogador desejado. Nota 10 para John Lynch em seu primeiro ano como GM. San Francisco queria acumular escolhas para suprir os diversos buracos do elenco. Passou um papo nos Bears e conseguiu continuar alto no board para pegar seu queridinho Solomon Thomas. O segundo melhor pass rusher saudável do draft.

Para completar, SF pegou parte dessas escolhas acumuladas e voltou ao board ainda na primeira rodada para selecionar Reuben Foster. O jogador é provavelmente o melhor inside linebacker do draft e um talento top 10, mas seus problemas extracampo o fizeram despencar. Os 49ers se aproveitaram e com ele e Thomas, a franquia reforçou fortemente seu front seven para 2017.

Jacksonville Jaguars

nº 4: Leonard Fournette (RB, LSU)

Fournette chega para resolver os problemas dos Jax (Foto: Matt Rourke/AP)

Muita gente queria e apostava em O.J. Howard aqui, mas acredito que Fournette tenha sido a melhor escolha mesmo. Por mais que Howard seja o melhor prospecto de TE desde Rob Gronkowski, Leonard ajuda o time em muitos sentidos.

Jax precisa de um jogo corrido forte já que Ivory e T.J. Yeldon tiveram menos jardas que o QB dos Bills, Tyrod Taylor. Com o RB de LSU carregando o jogo terrestre, Blake Bortles terá menos pressão para lançar a bola e abre a possibilidade do play action. Correr mais com a bola também aumentará o tempo de posse dos Jaguars, deixando sua ótima defesa mais descansada.

Tennessee Titans

nº 5 (via Rams): Corey Davis (WR, Western Michigan);
nº 18: Adoree’ Jackson (CB, USC)

Primeiramente a escolha 5 dos Titans foi surpreendente, não pela qualidade de Davis, mas sim pela hora. A maioria esperava um defensor na 5 e um recebedor na 18, mas Tennessee inverteu a ordem. A tática de buscar um talento ofensivo cedo num draft recheado de talentos defensivos deu certo. A franquia de Memphis terminou a primeira rodada com o melhor WR e um ótimo CB. Preenchendo assim as duas maiores lacunas do elenco.

New York Jets

nº 6: Jamal Adams (S, LSU)

Jamal Adams é talento puro, provavelmente o segundo melhor prospecto do draft. Por conta de necessidades dos times anteriores, o safety acabou saindo do top 5. Mesmo precisando de QB, os Jets não hesitaram em escolher Adams. O ex-jogador de LSU chega para liderar a reconstrução da secundária de Nova York.

Los Angeles Chargers

nº 7: Mike Williams (WR, Clemson)

Os Chargers seguiram o movimento dos Titans e buscaram logo seu recebedor. Por mais que um safety para substituir o saudoso Eric Weddle seja necessário, Phillip Rivers está ficando velho e precisa de mais alvos. Há quem diga que para uma mudança de cidade como a que os Chargers estão passando, é necessário um boom. E um boom é mais fácil de se fazer com ataque do que com defesa.

Carolina Panthers

nº 8: Christian McCaffrey (RB, Stanford)

Uma das escolhas mais óbvias e cantadas da primeira rodada, mesmo assim eu ainda apostei em Dalvin Cook aqui. McCaffrey é muito versátil e um ótimo recebedor em todas as faixas do campo. O que me deixa com o pé atrás é que ele não é um power runner de 20 carregadas por jogo encarando as linhas adversárias estilo Marshawn Lynch, por exemplo. Marcar o ataque de Carolina vai ser bem mais difícil agora, mas Cam Newton vai continuar forçando corridas sem um RB “carreta furacão”.

Cincinnati Bengals

nº 9: John Ross III (WR, Washington)

John Ross fará uma dupla e tanto com A.J. Green (Foto: Kirby Lee/USA Today Sports)

Fechando o trio de WR, John Ross também chegou ao top 10. Jonathan Allen seria o DE perfeito que Cincinnati iria querer, mas a equipe tem um problema crônico de recebedores. As saídas de Marvin Jones e Sanu foram muito sentidas em 2016, principalmente após a lesão de A.J. Green. Os Bengals garantiram seu recebedor promissor logo, para ajustar o resto nas outras rodadas.

Kansas City Chiefs (via Bills)

nº 10: Patrick Mahomes II (QB, Texas Tech)

Sem os 3 WRs disponíveis aqui, os Bills mandaram bem ao dar trade down. Sorte dos Chiefs que saíram lá da pick 27 para buscar seu futuro QB. O que chamou a atenção foi a escolha de Patrick Mahomes, já que ele é exatamente o oposto de Alex Smith. O camisa 11 de KC joga de forma “segura” e com passes curtos. Já o calouro de Texas Tech é ousado e adora arriscar passes longos com seu braço potente. Com um cap hit alto em 2018, Smith deve ficar mais um ano e ser dispensado dos Chiefs. Andy Reid vai ter uma temporada para desenvolver Mahomes.

New Orleans Saints

nº 11: Marshon Lattimore (CB, Ohio State);
nº32 (via Patriots): Ryan Ramczyk (OT, Wisconsin)

Quem amou a procura ensandecida por recebedores foi o New Orleans Saints. A franquia da Louisiana precisava de cornerbacks e pass rushers e muitos deles chegaram disponíveis na 11. O que poucos esperavam é que o melhor CB ainda estivesse no board quando os Saints estivessem no relógio. Lattimore vai ter que trabalhar bastante nessa secundária.

Na 32 era esperado um pass rusher, já que a escolha 11 foi alguém de secundária. Mas os Saints optaram por linha ofensiva. O que é compreensível. Na maioria dos cenários, Ramczyk sairia para Broncos, Giants ou Seahawks. Como ninguém pegou, NO decidiu proteger seu veterano QB.

Houston Texans (via Browns)

n° 12: DeShaun Watson (QB, Clemson)

Watson é o QB com mais chances de ser titular imediato (Foto: Elsa/Getty Images)

A história Bills – Chiefs se repetiu aqui. O jogador que Cleveland queria (Trubisky) não estava disponível, então veio o trade down, ao passo que Houston queria um trade up pra buscar seu QB. Os Texans esperavam Mahomes na 25, mas com ele saindo da 10, a franquia teve que subir para pegar Watson antes que acabassem os quarterbacks. Por mais que Mahomes tenha um teto de talento mais alto no momento, Watson é o mais pronto para começar um jogo de NFL hoje. E os Texans precisam de QB agora!

Arizona Cardinals

nº 13: Haason Reddick (LB, Temple)

Bruce Arians ficou sem quarterback, mas nada de muito alarmante. Os Cardinals precisavam de reforço para sua defesa também e Reddick chega para liderar o grupo de linebackers da franquia. O ex-jogador de Temple pode ser o principal pilar defensivo de Arizona após a saída de Calais Campbell.

Philadelphia Eagles (via Vikings)

nº 14: Derek Barnett (DE, Tennessee)

Os Eagles entraram no draft precisando de secundária e running back, principalmente. Porém, quando Derek Barnett surgiu no board dos Eagles, os “donos da casa” não deixaram o DE passar. Barnett é puro pass rusher e excelente caçando quarterbacks. O questionável é sua contribuição contra o jogo terrestre. Por mais que DE não seja uma carência principal do time, ter mais um “apressador de passe” nunca é demais.

Indianapolis Colts

nº 15: Malik Hooker (S, Ohio State)

Indianapolis saiu como um dos grandes vencedores da primeira rodada. Os Colts precisavam de muitas coisas, inclusive de ajuda na secundária. O que quase ninguém esperava era que o melhor free safety da classe estaria disponível na 15ª escolha. Sorte dos Colts que ganharam uma ótima patrulha no meio de campo com Malik Hooker.

Baltimore Ravens

nº 16: Marlon Humphrey (CB, Alabama)

Reforçar a secundária era um dos objetivos de Baltimore, tanto que trouxeram Lardarius Webb de volta. O trabalho foi facilitado ao sobrarem vários cornerbacks por conta da procura pelos wide receivers. O escolhido foi Marlon Humphrey, CB ótimo em coberturas por zona.

Washington Redskins

nº 17: Jonathan Allen (DE, Alabama)

O histórico de lesões fez Jonathan Allen despencar no board. O prospecto que era um forte candidato a ser pick 2 acabou saindo até do top 10. A descida parou nos Redskins que, apesar de não terem pass rusher como prioridade, não deixaram o DE passar. Se permanecer saudável, será a grande barganha do draft.

Tampa Bay Buccaneers

nº 19: O.J. Howard (TE, Alabama)

Tampa Bay se junta ao grupo de Indianapolis e Washington como os sortudos que ganharam ótimos jogadores no colo. O.J. Howard era para estar tranquilamente no top 3. O ex-jogador de Alabama é o melhor prospecto de tight end desde Rob Gronkowski.  Os Bucs agora têm DeSean Jackson, Mike Evans e O.J. Howard recebendo bolas de Jameis Winston. Já estamos ansiosos para o duelo de ataques em Bucs x Falcons e Bucs x Saints.

Denver Broncos

nº 20: Garett Bolles (OT, Utah)

Bolles foi o primeiro jogador de linha ofensiva a ser escolhido em 2017 (Foto: Matt Rourke/AP)

Os Broncos foram com o seguro. A linha ofensiva é terrível e não ajudou em nada o desenvolvimento de Trevor Siemian. Poucos previam que Bolles seria o escolhido, principalmente por conta da sua idade. O ex-jogador de Utah vai terminar seu contrato de calouro já com 30 anos de idade.

Detroit Lions

nº 21: Jarrad Davis (LB, Florida)

Nos últimos mocks, havia quase um consenso na escolha de Jarrad Davis pelos Lions. Era um jogador que estaria disponível e que supre o grande problema de inside linebacker de Detroit. Porém, Reuben Foster acabou disponível aqui e mesmo assim os Leões decidiram manter Davis. Provavelmente por conta do extracampo problemático de Foster.

Miami Dolphins

nº 22: Charles Harris (LB, Missouri)

Os Dolphins eram ainda mais cotados para impedir a queda de Reuben Foster no draft. Tanto por precisar de um ILB, quanto por ter apostado em Laremy Tunsil ano passado, jogador que teve polêmicas fora do campo antes do último draft. Dessa vez Miami não arriscou e foi de Harris, para o lamento de Paulo Antunes.

New York Giants

nº 23: Evan Engram (TE, Ole Miss)

O New York Football Giants está a caminho a de patentear a moda de dar reach em jogador de segunda rodada no primeiro round. Ano passado foi Eli Apple, esse ano foi Evan Engram. TE era uma necessidade, porém não era esperado que os Giants passassem David Njoku. Ainda mais que Engram se parece mais com um WR do que com um tight end de fato. O que pode trazer muitos problemas nos bloqueios. Uma das escolhas mais questionáveis do dia.

Oakland Raiders

nº 24: Gareon Conley (CB, Ohio State)

Inicialmente essa escolha seria perfeita. Um ótimo cornerback numa secundária carente. Tudo perfeito, MAS… O senhor Gareon Conley, pouco antes do draft, está sendo investigado por um suposto estupro. Por ter selecionado o CB numa primeira rodada, é provável que Oakland tenha acesso a que passos anda tal investigação, pois seria um risco estúpido gastar uma pick de primeiro round em alguém que seria preso. Aguardemos cenas do próximo capítulo.

Atlanta Falcons (via Seahawks)

nº 26: Takkarist McKinley (DE, UCLA)

McKinley foi destaque por emoção e descontração no evento (Foto: Perry Knotts/NFL)

Eu simplesmente amei essa escolha. Vic Beasley precisava de companhia de pass rush e McKinley é um dos melhores. Surpreendentemente, Takkarist sobrou até aqui e como um dentre Cowboys, Packers e Steelers provavelmente o escolheria, Atlanta subiu para a posição de Seattle e garantiu seu DE. McKinley ainda emocionou todo mundo ao levar um quadro com a imagem da sua falecida avó, Myrtle Collins, que o criou desde pequeno. Takkarist ainda fez todos rirem ao soltar um palavrão na entrevista e falar pra NFL multá-lo depois. Atitude não falta para o calouro.

Buffalo Bills (via Chiefs)

nº 27: Tre’Davious White (CB, LSU)

Sem os WRs que precisava, Buffalo deu trade down para pegar cornerback. Quem vai substituir a saída de Stephon Gilmore será Tre’Davious White. Um ótimo movimento, considerando que White era uma escolha plausível de ter saído inclusive na pick original dos Bills.

Dallas Cowboys

nº 28: Taco Charlton (DE, Michigan)

Se Takkarist McKinley não sobrou, pelo menos Taco Charlton chegou aqui. Dallas foi um dos piores times pressionando o quarterback em 2016. O “conturbado” Greg Hardy fez muita falta no Texas (considerando apenas seu desempenho dentro de campo) e Taco chega para acabar com essa saudade e derrubar alguns QBs na NFC Leste.

Pittsburgh Steelers

nº 30: T.J. Watt (LB, Wisconsin)

Pittsburgh selecionou o jogador que mais tem a cara da franquia. A energia do irmão de J.J. Watt somada ao durão Ryan Shazier pode elevar ainda mais o nível do grupo de linebackers dos Steelers. Por mais que alguns achem que T.J. não valia uma escolha de primeira rodada, achei uma bela aposta de Pitt.

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Vinícius Mathias

Vinícius Mathias

Jornalista e ala-armador nas horas vagas. Sofre nas ligas americanas com Timberwolves, Jaguars, Sharks e Angels. Se arrepende por não ter escolhido o Seahawks. Chelsea e Alemanha trazem felicidade no futebol, pelo menos. Fã de Aaron Rodgers, Jimmie Johnson, Kevin Garnett, Kimi Räikkönen e de uma Heineken bem gelada.


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